1 year ago / 3 notes / © love-hot-cold / Reblog

I LIKE IT =)

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1 year ago / 15 notes / © love-hot-cold / Reblog


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putinmind:

Quem sabe o que é ter e perder alguém? Sente a dor que eu senti. Quem sabe o que é ver quem se quer partir e não ter pra onde ir. Faz tanta falta o teu amor… Esperar-te… Não sei viver sem te ter, não dá mais pra ser assim. Quem sabe o que é ter sem querer pra si? Não quer ver outro em mim. Não fala do que eu deveria ser pra ser alguém mais feliz, faz tanta falta o teu amor te esperar. Não sei viver sem te ter, não dá mais pra ser assim. 

putinmind:

Quem sabe o que é ter e perder alguém? Sente a dor que eu senti. Quem sabe o que é ver quem se quer partir e não ter pra onde ir. Faz tanta falta o teu amor… Esperar-te… Não sei viver sem te ter, não dá mais pra ser assim. Quem sabe o que é ter sem querer pra si? Não quer ver outro em mim. Não fala do que eu deveria ser pra ser alguém mais feliz, faz tanta falta o teu amor te esperar. Não sei viver sem te ter, não dá mais pra ser assim. 


1 year ago / 2 notes / © putinmind / Reblog


1 year ago / 1 note / Reblog



Prazer, sou a Paula, tenho 15 anos, cabelo preto, piercing no lábio, contarei uma história que aconteceu comigo há um mês, eu estava na casa da minha amiga Valentina, que é uma menina branquinha, cabelo curtinho estilo huundercut preto e dos olhos verdes, nós éramos lésbicas, mais eu não era assumida, seus pais tinha viajado para o interior, ela tinha ficado sozinha.
            Compramos um vinho e começamos a tomar, não sei o que acontece comigo, mais quando eu tomo vinho, meu corpo esquenta de uma forma muito diferente, comecei a olhar Valentina de uma forma que eu não olhava antes, olhava e via ela como mulher, larguei o meu vinho de lado e fui pra perto dela, deitei em seu colo e olhei em seus olhos verdes. Ela entendeu o que eu queria e fez jus a sua orientação sexual. 
            Ela me deu um beijo tão quente, tão macio e delicado, mais que foram aumentando e foram ficando intensos, não sei se era o calor que o vinho provocava em mim ou se era porque eu já tava mais do que molhada, mais eu estava muito quente e queria ela colada comigo.
            Começamos a nos despir, ela usava uma cueca, branca, que eu fiz questão de tirar com a boca, ela eu passava a língua em sua barriga, seu umbigo, seus seios, seu pescoço, sua orelha, mordia seus lábios. Enquanto ela gemia baixinho em meu ouvido, me deixando arrepiada, comecei a penetrá-la com dois dedos, depois os tirei e lambi, os coloquei de volta, comecei a fazer o movimento de vai e vem, introduzi o terceiro dedo enquanto lambia seu pescoço e escutava seus gemidos.
            Ela começou a mostrar sinal de vida, tirou minha blusa e começou a beijar meu pescoço descendo para os meus seios, chupando-os. Ela continuou descendo e começou a lamber minha buceta. Ela fazia pressão no meu clitóris depois o lambia.
            Ficamos de frente, enquanto eu introduzia meus dedos nela, ela introduzia os seus em mim, eu gemia baixo enquanto ela também gemia, eu sabia que ela ia gozar, então comecei a chupá-la, queria sentir o gosto do melzinho dela. Não demorou muito ela gozou, lambi e depois nos beijamos.
            Não gozei, mais no outro dia aconteceu mais coisas, que fica pra outro conto.

Prazer, sou a Paula, tenho 15 anos, cabelo preto, piercing no lábio, contarei uma história que aconteceu comigo há um mês, eu estava na casa da minha amiga Valentina, que é uma menina branquinha, cabelo curtinho estilo huundercut preto e dos olhos verdes, nós éramos lésbicas, mais eu não era assumida, seus pais tinha viajado para o interior, ela tinha ficado sozinha.

            Compramos um vinho e começamos a tomar, não sei o que acontece comigo, mais quando eu tomo vinho, meu corpo esquenta de uma forma muito diferente, comecei a olhar Valentina de uma forma que eu não olhava antes, olhava e via ela como mulher, larguei o meu vinho de lado e fui pra perto dela, deitei em seu colo e olhei em seus olhos verdes. Ela entendeu o que eu queria e fez jus a sua orientação sexual.

            Ela me deu um beijo tão quente, tão macio e delicado, mais que foram aumentando e foram ficando intensos, não sei se era o calor que o vinho provocava em mim ou se era porque eu já tava mais do que molhada, mais eu estava muito quente e queria ela colada comigo.

            Começamos a nos despir, ela usava uma cueca, branca, que eu fiz questão de tirar com a boca, ela eu passava a língua em sua barriga, seu umbigo, seus seios, seu pescoço, sua orelha, mordia seus lábios. Enquanto ela gemia baixinho em meu ouvido, me deixando arrepiada, comecei a penetrá-la com dois dedos, depois os tirei e lambi, os coloquei de volta, comecei a fazer o movimento de vai e vem, introduzi o terceiro dedo enquanto lambia seu pescoço e escutava seus gemidos.

            Ela começou a mostrar sinal de vida, tirou minha blusa e começou a beijar meu pescoço descendo para os meus seios, chupando-os. Ela continuou descendo e começou a lamber minha buceta. Ela fazia pressão no meu clitóris depois o lambia.

            Ficamos de frente, enquanto eu introduzia meus dedos nela, ela introduzia os seus em mim, eu gemia baixo enquanto ela também gemia, eu sabia que ela ia gozar, então comecei a chupá-la, queria sentir o gosto do melzinho dela. Não demorou muito ela gozou, lambi e depois nos beijamos.

            Não gozei, mais no outro dia aconteceu mais coisas, que fica pra outro conto.



            Era tarde da noite, estávamos vagando na rua, resolvemos ir à casa de um amigo, chegamos lá, acendemos um cigarro enquanto nosso amigo bolava um beque, fumamos e fomos para o quarto, começamos a nos beijar e o negocio começou a esquentar.
            Ele me pediu um oral, e eu aceitei a proposta, enquanto eu ia descendo via aquele pau grande que me esperava já duro. Chupei, meio sem jeito, pois até então era a segunda vez que eu fazia um oral, confesso que fiquei exitado com aquele pauzão na boca. Voltei a beijá-lo, era sua vez, ele foi descendo passando mão em minha barriga enquanto lambia meu peito, isso me exitava muito, e ele chego enfim no meu pau, me chupou como ninguém havia me chupado antes eu estava quase a gozar, quando ele me virou de costas e me fez um beijo grego, a sensação era diferente, foi bom, alias muito bom. Depois ele começou a roçar seu pau na minha entrada quando eu pedi pra não ser penetrado, senti que ele ficou decepcionado. Mais aceitou numa boa. Ficamos nessa posição um bom tempo, voltamos a nos beijar e fomos embora. 

            Era tarde da noite, estávamos vagando na rua, resolvemos ir à casa de um amigo, chegamos lá, acendemos um cigarro enquanto nosso amigo bolava um beque, fumamos e fomos para o quarto, começamos a nos beijar e o negocio começou a esquentar.

            Ele me pediu um oral, e eu aceitei a proposta, enquanto eu ia descendo via aquele pau grande que me esperava já duro. Chupei, meio sem jeito, pois até então era a segunda vez que eu fazia um oral, confesso que fiquei exitado com aquele pauzão na boca. Voltei a beijá-lo, era sua vez, ele foi descendo passando mão em minha barriga enquanto lambia meu peito, isso me exitava muito, e ele chego enfim no meu pau, me chupou como ninguém havia me chupado antes eu estava quase a gozar, quando ele me virou de costas e me fez um beijo grego, a sensação era diferente, foi bom, alias muito bom. Depois ele começou a roçar seu pau na minha entrada quando eu pedi pra não ser penetrado, senti que ele ficou decepcionado. Mais aceitou numa boa. Ficamos nessa posição um bom tempo, voltamos a nos beijar e fomos embora. 



loostinreveries:

”Teu beijo foi perfeito, foi bem daquele jeito,senti um tambor batendo no meu peito.E é claro que eu aceito, viajar pra algum lugar,mostrar tudo que eu tenho pra te dar”

loostinreveries:

”Teu beijo foi perfeito, foi bem daquele jeito,senti um tambor batendo no meu peito.E é claro que eu aceito, viajar pra algum lugar,mostrar tudo que eu tenho pra te dar”


1 year ago / 2 notes / © exacerbando / Reblog

Secret Reveries
Devaneios Secretos
Homem, bissexual, brasileiro, solteiro, sentimental, devasso.

adaptado por revengeofthebroken❥ e base por amar-gura.